quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
Sonhando com meu pai.
Tive um sonho pela manhã...
Alguém teria subido no telhado acima do meu quarto e destelhado uma parte para algum conserto, só que não recolocou as telhas no lugar.
Começou a chover e encheu de água boa parte dele. Notei que estava sem laje. Saí a procurar alguma forma de arrumar aquilo me dirigindo ao portão para pedir à vizinha uma escada com que eu pudesse subir nele e colocar tudo no lugar. Estava eu falando com ela quando senti que meu pai havia chegado (não o vi), fiquei feliz e aliviada quando disse:
- Meu pai chegou... que bom, agora ele vai subir na casa e consertar o telhado pra mim.
Em seguida eu acordei...
Que bom pai eu sentir a sua presença nesse momento.
Dulcenyz
31/01/2018
sábado, 27 de janeiro de 2024
Sonhar que se canta
Sonho maluco tive essa noite...
Estava numa reunião de amigos (dos quais em vigília não conheço ninguém) e alguns tocavam violão, cantavam, outros aplaudiam, elogiavam, muita babação, faz parte...
Até que chegou a minha vez, pensei em cantar uma música do Chico Buarque, comecei a falar algo sobre a escolha da música sem me referir ao nome da dita e do autor e percebi que a galera dispersava entre os comes e bebes, finalizei minha fala sobre a música e mandei:
- E obrigada por ninguém prestar atenção em mim...
Foi instantâneo - todos se viraram para me olhar e ainda ouvi um "puta merda" essa pegou pesado.
O bom é que todos ficaram quietos e aí cantei o Último Blues até o fim. Adoro essa música.
Dulcenyz
27/01/2017
quinta-feira, 1 de maio de 2014
"Acordando" no meio da noite - mais uma experiência
Dia primeiro de maio de mil novecentos e noventa e quatro
Naquele dia eu acordei de madrugada e ouvia alguém (voz de homem) contando do um até o quatro e depois voltava até o um - eu fiquei com medo e cheguei junto à janela, a voz continuava.
Pensei que fosse alguém no bar aqui perto brincando com o microfone - tinha videokê naquela época.
Saí na frente de casa e havia o maior silêncio absoluto - resolvi deitar novamente - pensei - pararam.
Quando deitei, a voz começou novamente e quando fez a contagem regressiva, no um, houve a transformação do som de voz em som de motor que pensei ser de moto - muito estridente, foi sumindo e ficou silêncio de novo - depois disso dormi.
Quando acordei pela manhã para ver a corrida de Fórmula 1, vi que já havia começado pelo horário do relógio, chamei meu sobrinho que dormia comigo - ainda era criança - estávamos só ele e eu em casa, minha irmã viajou para a praia, ligamos a televisão e vimos a cena já do acidente.
Eu gelei e entendi tudo do episódio da noite.
Dulceny z
quinta-feira, 10 de abril de 2014
"Acordando" no meio da noite
Há muitos anos, na década de noventa, tive uma experiência um tanto incomum. De repente fui acordada pelo movimento do edredom - alguém o puxou e me descobriu. Eu o puxei de volta e me cobri, eu dormia de lado voltada para a parede.
Houve novo puxão e de novo me cobri.
Na terceira vez, em vez do edredom, foi puxado o meu lençol; o que me fez girar e bater na parede - minha cama ficava encostada nela.
Ao girar percebi nitidamente dois corpos em mim. Um que girou, bateu na parede e sentiu dor, enquanto outro se manteve inerte na cama.
Foi aí que eu percebi que estava em desdobramento e que precisaria despertar meu corpo físico e sair daquele estado de hipnose a que muito provavelmente o autor do puxão nas roupas de cama me colocou.
Fazia um grande esforço tentando abrir as pálpebras. Apesar de ver tudo no quarto nitidamente, sabia que meus olhos físicos estavam fechados.
Depois de um tempo de esforço consegui acordar.
Tirei meu edredom de cima de mim e passei-o à direita da cama por cima da minha gatinha Tiffany que dormia em minha cama aquela noite. Flexionei minhas pernas e as girei por cima dela para não lhe perturbar o sono. Levantei indo em direção à porta do quarto pensando em pedir ajuda à minha irmã que dormia no quarto ao lado - faríamos uma oração pedindo ajuda do plano espiritual em socorro a quem tivesse vindo ao meu quarto inadvertidamente (alguém não encarnado).
Caminhei então até à porta e ao pegar a maçaneta, não encontrava nada, passava a mão e não a encontrava, estava muito escuro.
Me ocorreu então acender a luz para enxergá-la.
Para minha surpresa, ao levar a mão ao interruptor, minha mão simplesmente traspassou a parede. Meio que sem entender ainda, tentei novamente, o que fez acontecer o mesmo, minha mão não encontrou resistência e atravessou a parede por completo até a altura do meu pulso.
Nesse momento que entendi que de fato eu não acordara meu corpo físico, apenas havia vencido a hipnose e levantei somente com meu corpo etéreo. No mesmo instante em que tive essa consciência, voltei ao meu físico e agora sim, acordei voltando ao estado de vigília.
Depois fui falar com minha irmã, fizemos algumas orações e voltamos a dormir.
Medo? Não - foi só uma experiência, assim como tantas outras similares pelas quais passei.
Dulceny z
10/04/2014
20 h: 57 min
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Sonhando com a Luz
http://ultradownloads.com.br/papel-de-parede/Explosao-Cosmica--173067/
São Vicente, 28 de Setembro de 1996.
Hoje pela manhã tive um estranho sonho.
Estava na cozinha de uma casa onde morei quando criança. Havia ali
uma mesa e em pé, à minha frente, do outro lado da mesa eu via meu pai em pé,
de olhos fechados e sentia que ele estava com grandes dificuldades para se
locomover. Quase não se mexia e sua face transmitia-me uma sensação angustiosa,
tanto que lhe peguei nas mãos; pedi que fosse embora dali, sem entender o
porquê dizia isso a ele, apenas pedia:
-Vá embora daqui, pai, por favor!
Até agora não sei o significado disso. Sei que ele desapareceu diante de mim e
me lembro de que nesse instante havia um homem junto dele que desapareceu
também ao mesmo tempo. Ao me voltar para a porta de saída da cozinha para o
quintal, vi um rapaz, conversei algo com ele e não senti medo e nem aquela
angústia de instantes, coisa que estranhei, pois ele me era desconhecido e
àquela figura que se parecia meu pai, eu senti um pouco de medo, medo
desconhecido...
Pois bem, perguntei-lhe o nome e outras informações que por hora não me lembro.
Ao me preparar para sair, chegaram-se à porta muitas pessoas vindas do quintal;
uma mulher com aparência de uns trinta anos ou mais; os outros eram muito
jovens; de cabelos castanhos, lisos, levava uns papéis e uma pasta às mãos. Ela
parou à entrada quando perguntei:
-Quem são vocês?
Ela, pelo que me lembro com certo vagar, me respondeu:
-Somos um grupo de espíritos e nos reunimos sempre aqui.
Como sempre sonho com aquela casa, inquiri:
-Mas como eu nunca os vi aqui?
Ao que ela me respondeu:
-Nós sempre estivemos aqui, todos nós e falamos muito mal de você!
A essa frase ela me olhou com grande cinismo e desdém. Senti algo estranho por
tal explicação, não foi raiva, não tive vontade de vingar-me ou ofende-la,
senti-me como que estupefata e resignada com tal atitude, só pude responder:
-É, isso é o que as pessoas mais fazem na vida, tanto de um lado, como do
outro: falar mal dos outros. Sei que no fundo isso não me abalou sobremaneira!
Ouvi conversas vindas do lado de fora, ao que quase todos foram saindo ao
quintal, chegaram alguns outros com notícias que interessavam à maioria,
parecia se tratar de um grande espetáculo que estava a acontecer nos arredores.
Saí também e ao passar pelo portão de saída, notei que não mais era o portão de
madeira que meu pai fizera quando lá moramos, parecia uma grade de ferro.
Pensei em voz alta:
-Ah! Não é mais o mesmo portão e em silêncio continuei:
-Mas também aqui não é a mesma dimensão (?)...
Saí. Chegando à calçada, a escuridão da noite era grande e quase não
se via a rua, não havia postes iluminando-a. Olhando à esquerda, via-se uma
imponente construção em forma piramidal transparente e iluminada em diversas
cores e algo em frente que parecia uma praça também muitíssimo iluminada. Não
sei se era mesmo muito iluminada, pareciam ser seus próprios contornos feitos
de luz, como lâmpadas de neon coloridos e pela total escuridão do entorno, o
efeito iluminante era maior ainda.
Curiosa, alcei voo para lá. Chegando à entrada, havia guardas na
entrada dos portões. Um guarda me impediu a passagem, o mesmo acontecendo com
outros à minha volta. Muitos reclamaram e também eu, dizendo:
Por que não posso entrar?
Ele disse:
-Aqui não, ninguém pode passar.
Perguntei:
-Tenho que pagar para entrar?
-Não sei, acho que é de graça, pergunte ali ao lado. Olhei à direita e havia
uma entrada menor com uma mulher à frente que anunciava:
-Podem entrar, venham ver o espetáculo!
Começou a enumerar as atrações, as quais eu não me lembro agora.
Quando ultrapassei a linha imaginária
que delimitava o espaço interno, senti que algo estava errado, o belo ficara do
lado de fora, lá dentro a luz desapareceu, o ambiente se tornou sombrio, frio e
a beleza sumira. Nada de grandes atrações. Vi-me num espaço pequeno como um
tanque circular parecido com esses de aquários onde os animais marinhos ficam
em cativeiro. Esse tanque redondo, dividido concentricamente em pelo menos três
partes com paredes mais baixas que a borda, onde me debrucei a tentar
visualizar o que dentro pudesse ter. Andei à sua volta e de qualquer ponto eu
via as três divisões e o fundo onde estavam coisas que me esforcei muito para
enxergar o que fossem. De repente comecei a ver formas que se pareciam animais
que, de início, pensei serem porcos jovens por causa daquela cor rosa-pálida,
depois me pareciam embriões humanos. Num tanque eles eram pequenos e
numerosíssimos, noutro, um pouco maiores e em menor quantidade, no terceiro,
uns poucos e muito grandes. Aos poucos fui enxergando melhor e vi que estavam
todos submersos numa substância que parecia líquido como água evaporando, um
vapor transparente. Não se percebia ali nenhum movimento que se pudesse dizer
que estivessem vivos. O líquido estava absolutamente parado e esses seres,
animais, embriões ou o que fossem também estavam imóveis, inertes, sem vida
aparente. Senti uma enorme decepção pelo meu grande engano, estranho, me sentia
mais decepcionada comigo mesma do que com o engodo a que aqueles seres me
haviam proporcionado. Lembro-me que falei às pessoas ao meu lado:
-Onde está o espetáculo? Aqui não há nada do que prometeram.
-Onde está o espetáculo? Aqui não há nada do que prometeram.
Tomei o rumo da saída dizendo:
-Como podem existir pessoas assim, que enganam os outros dessa maneira?
Balancei a cabeça e as pessoas que me seguiam, também decepcionadas, uma
família, um casal e seus filhos. Eles também falavam muito sobre a falsa
promessa do espetáculo e foram tirar satisfações com a mulher da entrada. Ela
tentou explicar, nem quis ouvir, fui saindo.
O homem dizia:
Onde estão as atrações? Lá dentro não há nada de belo, vou embora e...
Ela não o deixou terminar; eu já estava de costas quando a ouvi dizer que
dentro daqueles tanques também havia “bolas do tempo”, não sei o que são e nem
me interessei em saber, mas parece que essas “bolas do tempo” são coisas muito
interessantes, pois o casal, ao ouvir isso, surpresos perguntaram os dois ao
mesmo tempo:
-Onde?
E ela os encaminhou para dentro novamente dizendo que lhes mostraria como eram
e coisa e tal...
Saí de lá e fui seguindo rua acima até chegar à esquina de uma
bifurcação, ali era mais escuro que qualquer outro lugar com um grande abismo,
na verdade uma enorme cratera muito funda. Olhei para ele e comecei a dizer
apontando para o abismo:
-Faça-se a Luz na escuridão!
-Faça-se a Luz na escuridão!
Espantei-me com tal atitude, pois conscientemente sei que não tenho
poderes para tais coisas, mas ao mesmo tempo, eu não conseguia parar essa voz
de comando. Estranhamente o abismo foi se fechando a cada frase até ficar apenas
uma pequena abertura no chão. De repente, dessa abertura e da terra em volta
começaram a explodir pequenas formas luminosas que se pareciam com pequenos
cogumelos. Apareceram muitas pessoas atraídas pelo fenômeno, pessoas de todas
as idades. Jovens, crianças e velhos não eram muitos, mas nenhuma fase de nossa
vida, da infância à velhice estava ausente; como fosse uma amostragem.
Aquelas pequenas explosões pareciam me alegrar e divertir as pessoas que se
aproximaram do pequeno orifício. Até que senti intimamente algo muito maior
vindo de muita profundidade e tentei alertar a todos que se afastassem prevenindo
que poderia haver uma grande explosão. Algumas pessoas correram. Lembro-me de
ter segurado a mão de um senhor trazendo-o para perto de mim, longe da fenda da
terra.
Aconteceu a explosão. Não foi o que imaginei. Apenas uma matéria pastosa e
esbranquiçada saiu da fenda não atingindo mais de metro de altura; um menino
não ouviu meus avisos e ficou ali em frente ao orifício. Quando a substância
saiu, ele pegou uma capa e protegeu sua cabeça. Depois da explosão a pasta caiu
sobre o menino e se tornou como pedra. Ele tirou a capa de sua cabeça; houve
muito riso por considerarem engraçada a situação do menino, apenas um garoto
não gostou, pois a capa lhe pertencia e se estragou e estragou-se também o
objeto que ela antes cobria.
Fui me afastando dali na intenção de alçar voo. Não conseguia ir muito alto,
parecia que eu estava rente a um edifício e os varais nas janelas me
atrapalhavam com suas roupas.
Uma jovem de cabelos castanho-claros começou a me acompanhar. Eu subia um pouco
na vertical, ela subia e me alcançava. Fiquei intrigada e lhe perguntei:
Por que você me segue?
Ela nada respondeu; apenas me olhou.
Perguntei se tinha dificuldades para voar e se queria ajuda e sem esperar
resposta peguei sua mão para voar pelos céus, mas ela parou e me disse:
-Não podemos voar tão alto! É proibido, o nosso Deus vem e nos
castiga.
Não sei por que eu lhe respondi que não se preocupasse; que não era perigoso;
eu já havia feito isso muitas vezes e que quando alcançava alturas que para mim
não eram próprias, que o meu Deus não vinha pessoalmente me castigar. Eu sentia
e sabia que ele apenas colocava nuvens espessas à minha volta que eu, ao me
sentir desorientada, era obrigada a descer um pouco para enxergar as coisas, os
campos, as cidades, para voltar a saber onde eu estava e com um sorriso eu lhe
falei:
-Não se preocupe, sentindo no meu íntimo que o “nosso” Deus não era um Deus tão
“bravo” e punitivo como disseram a ela.
Eu sentia no meu íntimo que ele me amava e que eu o amava e sabia que muitas
das nuvens que por vezes colocava em meus voos eram por esse mesmo amor, para
que eu não errasse o rumo, tentando obstinadamente percorrer caminhos a mim
ainda impróprios por não conhecer o necessário, mas que certamente, não eram
proibidos.
Sentia-me assim, tranquila, conversando com a jovem desconhecida, não percebi quando tudo se dissipou, quanto tempo se passou, só recordo-me da campainha
tocando, quando me vi impelida a levantar e atender a porta.
Resolvi colocar no papel esse sonho, para, quem sabe, entender algum dia o seu
significado, se é que há algum para ser explicado.
Dulceny Cerqueira Leite
sábado, 31 de agosto de 2013
Real ou imaginário?
Sempre quis fazer esse desenho, foi o objeto que vimos lá
pelos idos da década de 90 acompanhando um avião que fazia a descendente para aterrissar
em Viracopos.
Voava tão baixo que deu pra ver como era a estrutura por trás do
imenso painel luminoso.
Quando o vi estava abaixo e atrás do avião, quando minha
irmã terminou de falar:
Olha! Um disco voador!
Olhei e ele passou à frente do avião, ainda abaixo dele, saí
para a rua e o vi ao alto, parar completamente, girou no seu eixo a 90º e saiu
novamente voando em altíssima velocidade em direção a oeste.
Pena que naquela época não havia celular e câmera digital
para registrar, mas a sua imagem jamais deixou minha retina e minha memória não
diminuiu com o tempo.
Parece uma bola?
Sim, era exatamente assim, uma esfera metálica facetada.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
De sonhos...
De repente, algumas imagens invadem minha mente e sinto enorme vontade de retê-las em folhas de papel...
Naves de guerra (essas foram em sonho que tive) - Naves de um lugar chamado Thirius (planeta) - Cidade - Cillus.
A nave maior abateu a menor que caiu próximo a mim.
A nave maior abateu a menor que caiu próximo a mim.

Estrutura subterrânea de onde saíam pequenos veículos voadores semelhantes a motocicletas - sem barulho de motor somente luzes.
Sonhando acordada...
Luzes vistas numa certa noite em Peruíbe - SP - Quem viu: Minha cunhada Maria de Lurdes, meu sobrinho David, minha tia Zuleika e eu! A cena do cilindro "azúleo" descendo dos céus e sumindo no horizonte para em seguida explodir em rosáceos tons se repetiu várias vezes naquela noite. Eu vi pelo menos três vezes.
Espaçoporto - imagem inspirada.
sábado, 13 de julho de 2013
Encontrando meu pai...
Hoje se completam vinte nove anos sem o meu amado pai.
Ontem ao me deitar, mentalizei com todo o meu coração, mente, alma e espírito que queria encontrá-lo para conversarmos.
Fui atendida.
"Sonhei" com ele.
Não tenho a memória de todo o nosso encontro, mas me lembro bem do momento de nossa despedida.
Estávamos sentados no chão de uma sala e segurei em seu braço dizendo:
-Pai, tenho algo a lhe falar:
-Estou muito feliz com esse reencontro, pois já faz vinte e nove anos desde o seu "desaparecimento", gostei muito do que falamos - não tenho recordação dessa conversa, mas sei que me fez muito bem!
Uma mulher apareceu e tentou nos interromper com outro assunto diverso, mas alguém chegou e a levou para longe, continuamos a conversar até que perdi a consciência e acordei em meu quarto.
Grande encontro!
Pai, eu o amo muito, sempre!
Ontem ao me deitar, mentalizei com todo o meu coração, mente, alma e espírito que queria encontrá-lo para conversarmos.
Fui atendida.
"Sonhei" com ele.
Não tenho a memória de todo o nosso encontro, mas me lembro bem do momento de nossa despedida.
Estávamos sentados no chão de uma sala e segurei em seu braço dizendo:
-Pai, tenho algo a lhe falar:
-Estou muito feliz com esse reencontro, pois já faz vinte e nove anos desde o seu "desaparecimento", gostei muito do que falamos - não tenho recordação dessa conversa, mas sei que me fez muito bem!
Uma mulher apareceu e tentou nos interromper com outro assunto diverso, mas alguém chegou e a levou para longe, continuamos a conversar até que perdi a consciência e acordei em meu quarto.
Grande encontro!
Pai, eu o amo muito, sempre!
sábado, 1 de junho de 2013
O bosque dos meus sonhos
Site da imagem: http://www.masterworksfineart.com/inventory/3850
O bosque dos meus sonhos - quando jovem (cronologicamente, é claro), eu via em minha mente um bosque com árvores de caules retos e muito altas. Certa vez, passeando na chácara do meu tio, vi um assim ao lado da estrada, estávamos andando de bicicleta num trecho desativado - não tive dúvidas, desci da bike, pulei a cerca de arame farpado e corri por entre as árvores - foi ali que tomei consciência da minha unicidade com o Pai e com a sua criação!
Dulceny z
01/06/2013
08:56h
Imagem de: https://www.facebook.com/MeloDimages
domingo, 26 de maio de 2013
Escola Evolução
Dormindo, a certa altura tomei consciência de estar com meus tios e prima (Maria Antonieta); moravam eles num apartamento térreo.
Eles me questionavam acerca de uma reforma para ampliar o apartamento, pois havia espaço para isso e eles achavam o apartamento muito pequeno.
Eu dizia que não podia aumentar simplesmente, que deveríamos saber se havia concordância de parte dos outros moradores e que depois teria que se tirar licença para evitar multas e outras coisas.
Me foi passado um desenho em "3D"; alguém (um rapaz se chegou a mim e me entregou); que mostrava o prédio e ao seu lado uma escola que se chamava Evolução (ela era branca e o nome escrito em Azul Royal em relevo na fachada). O prédio de meus tios fazia parte de um plano de reforma da escola e da quadra onde estavam como um todo. Descobrimos que havia uma reforma e ampliação projetadas para o apartamento deles e que poderíamos então executar aquele desenho. Que estaríamos seguindo corretamente o plano que já estava anteriormente estabelecido e licenciado.
E assim nos pusemos a conversar sobre como deveriam ser definidas as etapas de trabalho, para que tudo corresse sem transtornos.
Sonho entre 21/22/03/1998
Dulceny z
sábado, 25 de maio de 2013
Um sonho de muito tempo atrás, a mim, atemporal.
E eu lá estava, sentada numa das últimas fileiras duma igreja, com certeza era um templo católico, mas não era uma missa.
Uma reunião ecumênica precisamente, pois havia pessoas de vários credos.
Pensava eu sobre o significado do amor.
No meio da frase que me vinha à mente, escutei-a ao mesmo tempo sendo falada por uma jovem ao microfone lá na frente junto ao altar e quando ela terminou, disse meu nome. Pareceu-me que eu havia enviado aquilo exatamente para ser lido, sei lá... Era mais ou menos assim:
Amar é sofrer, acreditar, crer,esperar e ser feliz.
Nesse momento, notei a meu lado meus tios, Dirsenei e Zuleica. Alguém nos encaminhou a uma porta lateral, pois a igreja tinha claramente a forma de uma cruz e não era muito grande.
Saímos para fora pelo lado direito, caminhamos em volta junto com um grupo de pessoas um tanto grande. Entramos novamente exatamente em frente ao altar.
Notei que havia pessoas nos quatro cantos da igreja onde correspondia às quatro pontas da cruz. Foram feitas orações e muito tempo ou pouco tempo se passou, nessa hora, perdi a noção do tempo e não me recordo do que se foi dito. Quando acabou, o homem que comandava o encontro, o mesmo que orou; creio que não era padre, pois ele se apresentava com um terno azul escuro e gravata colorida; chegou até mim, sentou-se e me perguntou qual a razão da minha frase. Respondi-lhe longamente. Ao final ele falou:
-Ah! Temos aqui uma discípula de....(não me recordo o nome que ele disse).
Sorriu, levantou-se e foi conversar com as outras pessoas que ali ainda estavam. Depois disso, me lembro ter visto meu tio falando, já do lado de fora, que ele havia gostado muito dos trabalhos executados naquele encontro e fazia-lhe um convite a esse homem para ir à sua igreja (ele é batista) para ver uma palestra de missionários vindos de Marrocos (que iria ser uma coisa muito "cara", de muito valor).
Saímos à rua para irmos embora, ainda havia muita gente por lá. Fui subindo a rua andando ao lado do meu tio, mas estranhamente a cada passo que eu dava, subia no ar uns tantos metros até que cheguei tão alto que tive receio de ir parar fora da atmosfera, me vi impelida a parar de andar ou voar, como seja, lembro-me que as pessoas pediam pra descer ao chão novamente mas acabei não o fazendo, tudo foi sumindo e acordei calma e mansamente em meu quarto no meio da noite.
A mensagem:
Amar é sofrer: Amar-se a si egoisticamente, colhendo todo o sofrimento resultante desse grande equívoco humano.
Amar é acreditar: Aceitar como certo algo ainda não vivenciado na alma.
Amar é crer: Confiar na promessa Divina, sendo fiel aos desígnios de Deus.
Amar é esperar: Conformar-se ou resignar-se agora, esperando no futuro as Glórias Divinas.
Amar é ser feliz: Agora, amando verdadeiramente; participar do eterno presente (tempo) daquele que é.
Você não se força a amar. Você deixa que o amor o impregne.
O amor não é gerado dentro de nós e tão pouco sai de nós em direção ao objeto do nosso amor.
Nós o absorvemos do Universo onde ele está como atributo do nosso Criador e aí sim, o distribuímos aos nossos semelhantes e a todo ser e toda criatura e coisa criada.
Dulceny z
Sem data.
O que sonhamos...
Tive um sonho muito interessante essa noite.
Fui a um restaurante com minha família e alguns conhecidos. Estávamos já terminando quando o restaurante foi invadido por assaltantes que fizeram a festa.
De mim, nada levaram, eu não tinha dinheiro, somente meu cartão de débito – isso eu disse ao assaltante quando veio à nossa mesa. Quando terminou o “serviço” saiu porta afora com seus “companheiros”, levantei-me e fui ao caixa pagar a minha conta com o cartão, em seguida fui para a porta de saída, mas nisso entraram umas moças de caras pintadas para não serem reconhecidas e impediram a minha saída e a dos outros. Informaram que ali estavam a cumprir as orientações do assaltante “chefe”.
Eu, com a minha inquisidora natureza, perguntei se não consideravam aquilo arriscado – uma vez que poderíamos chamar a polícia e elas nem armadas estavam. Disseram algo como – é “jogo rápido” – vamos pegar o rescaldo – o que sobrou nos bolsos da “galera”. Esse é o nosso pagamento.
Ao que sorri sarcasticamente:
-Acham vocês que o assaltante já não limpou tudo? Nada sobrou para vocês.
Nesse meio tempo chegaram os policiais e elas se dispersaram (fugiram)...
Retornei para onde estavam meus familiares e os conhecidos e falei com uma mulher que estava conosco.
- Você pagou a sua conta?
Ela respondeu:
-Claro que não, um monte de gente saiu sem pagar por que eu iria fazer diferente?
Olhei para ela indignada a princípio e depois tentando entender o que uma coisa tem a ver com a outra. Nem perdi tempo falando a ela que eu paguei a minha conta, afinal, eu consumi, é minha obrigação. Agora pergunto:
Quem pagaria a conta depois do tumulto todo do assalto?
Quem considera que pelo transtorno e trauma da situação já quitou a sua conta?
Esse sonho me levou a refletir muito, por isso resolvi transformá-lo em palavras escritas.
Não precisam me responder, apenas refletir, quem se der ao trabalho de lê-las...
Dulceny z
09/06/2012
11:52 h
sábado, 20 de abril de 2013
Mensagens cifradas...
Sonhei com meu pai essa noite.
Estávamos num carro que ele
dirigia e ele queria me levar embora para algum lugar que não me lembro qual
era, mas que era um lugar muito bom, parecia que ele queria me proteger de
alguma coisa ou situação pela qual eu passava naquele momento.
No caminho vi algumas coisas que estavam na bagagem caídas
pela rua; eu desci e ele me chamou de volta, mas insisti em recolher.
Me pedia
ele para deixar tudo aquilo para trás mas eu não consegui, disse que iria
recolher tudo, ele continuou parado por lá numa esquina ainda por um tempo, me
abstraí da presença dele tentando recolher as coisas quando uma mulher apareceu
e começou a pegar tudo no chão, negociei com ela dizendo que tinha caído do
carro onde eu estava e que aquelas coisas me pertenciam, ela simplesmente disse
que não me entregaria porque achou caídas no chão, mas insisti com ela que me
pertenciam, mesmo assim ela pegou tudo, falei então a ela que me entregasse ao
menos uma das peças - ela me devolveu a que pedi e percebi mais uma na minha
mão, estavam levemente quebradas por terem caído no asfalto.
-Tudo bem, eu disse, vou colar isso ao mesmo tempo que pensei: está quebrado, melhor seria deixar pra lá, porém não consegui seguir esse impulso.
Quando retornei meu pai já tinha ido embora.
Comecei a andar em direção ao lugar que seria o nosso
destino para encontrá-lo mas não consegui, acabei por chegar numa rua que dava
na praia, lá encontrei meu irmão, haviam ondas gigantes vindo do mar que
invadiam a avenida da praia como ressacas.
Perguntei ao meu irmão se ele sabia do nosso pai e ele me
respondeu que ele estava num lugar que não me recordo agora o nome (eu
conhecia) ainda tentando consertar algo que ficara pendente.
Pois é, eu não quis acompanhar o meu pai porque ainda estou
apegada a algo que me traz sofrimento mas que não consigo ainda me libertar, ao
menos agora sei disso, vou trabalhar muito para mudar e conquistar a minha
liberdade enfim!
Deixar o que ficou no caminho, está quebrado, quebrado está.
Dulceny z
20/04/2013
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Caderno em branco
Sonhos se sucedem em nossas noites dormidas, alguns nos trazem mensagens veladas, ali, prontas a serem desvendadas.
Sonhei com um caderno ao qual muitas folhas escritas foram retiradas, sobrando apenas as folhas em branco.
Assim que o tomei nas mãos, comecei a escrever-lhe, ali, onde linhas em branco a poucos segundos cintilavam a chamar um punhado de tinta de caneta. Não me lembro exatamente do texto, mas tento agora restaurar-lhe a essência...
"As páginas em branco desse caderno, onde muitas folhas sobraram; outras tantas folhas escritas, já velhas, dele foram tiradas, postas de lado. As velhas folhas de um caderno velho..."
O caderno novo, com essas folhas em branco me foi entregue por alguém que não me lembro agora; as suas palavras; ainda escuto:
-Vai, pega e começa daí uma história!
E foi então que comecei a encher-lhe as linhas tão ávidas de tinta de caneta e assim acordei para um novo dia em minha vida...
Dulceny z
16/10/2012 10:00 h
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Sonho 14 ou 15 de setembro de 98
Estava eu num edifício muito grande que parecia ser uma escola.
Corredores largos, grandes escadarias.
Eu não me recordo de como lá cheguei, mas procurava algo ou alguém que me fosse familiar, talvez a sala onde devesse adentrar, quando ouvi através d'uma porta uma voz que me pareceu ser de minha irmã.
Parei à porta e fiquei a escutar o que ela falava.
Parecia uma aula e ouvi algumas palavras intercaladas como fossem títulos dos assuntos ali explanados: resgates, penas, expiações e outras que fogem agora. De repente abri a porta e a moça (que não se parecia com minha irmã, mas tinha a voz igual) veio em minha direção e nervosamente olhou para alguém a seu lado e perguntou ao me apontar:
- O que fizeram com minha irmã?
Ao que eu a confortei com minhas mãos e respondi que se acalmasse pois nada de ruim estava se passando com a irmã dela, que depois tudo voltaria ao normal. Estranhamente eu falava como se não me referisse à minha pessoa, mas outra, só que não sei bem quem.
Entrei na sala, peguei umas pastas onde estavam folhas que se tratavam do assunto ali debatido; caminhei por entre as carteiras até o fundo da sala e me pus a falar:
- Resgates, penas, expiações, etc..
Cruzei as pastas em meu peito e pausadamente disse:
- O mais importante é o amor!
Fiz silêncio, caminhei de volta para a frente da sala, notando que deslizava ao invés de dar passos.
Quando olhei para a classe novamente, muitos já não estavam ali, restou apenas um grupo de mulheres sentadas em círculo e uma ou outra pessoa em pé pela sala; as mulheres do círculo conversavam sem se darem conta da minha presença.
De maneira oposta ao habitual, calmamente eu fui falando:
- E vocês estão demonstrando com essa atitude o amor que ainda não tem no coração.
Todas pararam ao mesmo tempo de conversar e me olharam, daí em diante, começamos a conversar sobre o amor, de onde ele vem e onde ele em nós floresce (dizia eu que ele nascia na profundidade do nosso espírito).
Discorríamos sobre o amor verdadeiro, tentando esclarecer o engano do apego às coisas materiais como objetos de realização.
Algumas mulheres se confundiam, não conseguindo explicar o que é o amor e colocavam num objeto o significado de algo tão sublime.
Um exemplo foi uma mulher me dizer:
- O amor! Ah, amor eu tenho pelo meu carro que é lindo!
Eu ouvia com muita atenção para depois tentar colocar meu ponto de vista a respeito e assim tudo se embaralhou, esvaneceu, até que fiquei em silêncio; desperta em minha cama.
Dulceny z
domingo, 20 de maio de 2012
Dusinita transparente... Dusinita vermelha...
Mineral
gerador de energia em todas as suas manifestações: luz, calor e força.
Aparentemente se parece com o cristal, mas seu tamanho surpreende; levando em
conta a sua natureza mineral, tem dimensões elevadas, pode-se dizer que é um
"macro-mineral".
Existe em grande quantidade e em duas colorações distintas:
Um é transparente, ou seja, incolor, muito poderoso, mas de energia muito sutil, quase imperceptível aos nossos sentidos; é mais utilizado para a geração de luz, o outro é de tonalidade avermelhada, como brasa incandescente, mais concentrado e de maior poder impulsionador na geração de energia de força e de calor.
É
dotado de enorme capacidade iniciatória na movimentação maciça de grandes
massas inativas.Porém, é desprezado pelo "grosso" da humanidade por
não lhe conhecer a sua imensa e valiosa utilidade. Encontra-se até empilhado em
calçadas e ruas, como lixo à espera de incineração. Aquele que o conhece,
armazena infinitas quantidades para abastecer-se durante a sua longa viagem de
volta ao seu planeta de origem.
Devemos aprender a não rejeitá-lo e não desperdiçá-lo para não ficarmos no meio da viagem, por extinguirem-se os estoques. Nunca é demais; corre-se o risco de quase sempre ser de menos.
A preguiça e as distrações nos fazem desviar da missão do armazenamento, como também nos deixam perder quantidades preciosas desse mineral e assim nos exaurimos ao recolher com as mãos e até com os pés os que encontramos no caminho, provavelmente perdidos por outros desatentos. E os que deixamos cair, ficam para trás, mas não conseguimos voltar, é um caminho onde só se anda para frente.
Quando
obtivermos quantia considerada suficiente, quiçá, excedente, caso não
consigamos carregá-la nas mãos, devemos adquirir recipientes necessários e
próprios para transportá-la.
Caso vejamos alguém que não lhe conheça o teor tão valioso, contemo-lo de que se trata e o que faz, devemos explicar como funciona de maneira tal, que a informação se impregne no alguém a quem se conta... E, abdiquemos da autoria da descoberta, pois alguém já descobriu antes a mesma coisa.
Não
somos autores originais de nada. Tudo o que é já foi e será sempre, apenas é
nossa obrigação que o todo se melhore. Se a luz que lhes acende a casa é
precária, por que só a nós é dada a luz mais forte, o melhor luzeiro?
Fiquemos felizes com a melhoria de todos! Finalmente embarquemos, abasteçamos a nave e partamos nesse lindo amanhecer.
Nos encontraremos na eternidade.
sábado, 19 de maio de 2012
Meu sonho entre 21 a 23 de março de 1998
Estava eu numa garagem d'uma casa desconhecida.
O meu anel onde está escrito Jesus se quebrou em três partes. Isso me deixou entristecida pois eu dizia aos presentes que não era possível soldá-lo.
Eles me consolavam tentando fazer com que eu não desse importância a isso. Mas ao recolher os pedaços partidos do anel, na sua parte de trás, pude ver escrito com enorme clareza a palavra "Unidade".
Unidade, apesar dele estar partido em três partes desiguais. Duas menores e outra maior onde estava o nome de Jesus e a palavra Unidade.
Saindo da casa, caminhei pela rua até chegar num beco onde se entrava abrindo um portão. Era um lugar com fluídos ruins, escuro, sinistro, parecia um corredor lateral de alguma construção; havia ali pessoas com declaradas más intenções e instintos; me pus a falar com um homem simples. Eu tentava convencê-lo a sair dali, que ele parecia ser uma boa pessoa e que melhor seria evitar aquelas companhias.
Ele aceitou. Passamos pelo portão e voltamos à frente da casa onde eu estivera antes.
Perguntei se ele não gostaria de ir para um lugar melhor onde pudesse se melhorar cada vez mais; ele respondeu que sim.
Nesse momento eu disse a ele que passasse os braços em minha volta, o que eu o fiz também. Pedi que segurasse firme e que não tivesse medo. Nesse instante, senti que subíamos vertiginosamente na vertical, pela sensação do vento fortíssimo que passava por e entre nós. À minha volta só podia perceber uma luminosidade branca, mas devido à altíssima velocidade não percebi forma alguma. Apenas o branco como facho veloz aos meus olhos. Algo assim como um imenso tubo de sucção; talvez...
Quando o vento parou, notei que estávamos no mesmo lugar, porém, a atmosfera parecia menos densa. Ou talvez nós...
No céu à nossa frente e à direita da casa surgiu um círculo muito brilhante, parecia-se com fogos de artifício estourando, mas brilhava centenas de vezes com mais intensidade.
Ao ver um feixe de luz tênue que se formou do círculo brilhante até o chão, eu disse ao homem:
-Vá, voe de encontro à luz. Ele me olhou com um pouco de receio, mas eu lhe respondi que não tivesse medo e se atirasse ao raio de luz. Ele o fez e foi como que atraído para um imã. A luz caminhou um pouco e vi que ele parecia pendurado no ar como se alguém o segurasse e o tentasse recolher para dentro de algo. De repente a luz parou, o vi subir e entrar no círculo, ao que ele se fechou e houve nova explosão de brilho intenso e em seguida desapareceu. Fiquei ali parada no meio da rua como se estivesse presa a algo onde não se tem noção do espaço e de tempo, apenas uma sensação de infinito...
Sonho - 22/10/2005
Ontem, 22 de outubro de dois mil e cinco, tive sono muito cedo. Deitei-me não eram nem vinte horas.
Devo ter sonhado várias coisas, mas o que me chamou muito a atenção, foi estar dentro de um carro junto ao meu pai; já falecido; numa área costeira, víamos o mar (era noite).
De repente, por entre alguns morros, vi um avião muito grande branco e azul como se estivesse aterrissando, só que na água. Em seguida, vi algo que se parecia com uma nave de forma retangular, subindo verticalmente do ponto próximo ao avião (emergiu da água) e voando para longe. Depois disso, perdi a consciência e quando voltei a mim como se estivesse acordando de um longo sono, vi novamente meu pai no banco do motorista e meu irmão ao lado dele. Eu estava no banco de trás.
Em seguida acordei em minha cama e assim permaneci longo tempo totalmente sem sono, até que voltei a dormir, já amanhecendo o dia.
O que me espantou, foi ao entrar agora à noite, durante o programa Fantástico no site da Rede Globo, ver a notícia do avião que caiu no Litoral da Nigéria ontem à noite. E mais ainda ao ver a foto do avião branco, com a parte traseira (a cauda) completamente azul, como eu vi no meu sonho.
Ainda me lembro do que disse ao meu pai naquele momento:
- Nossa! Mas esse avião é muito grande!
Dulceny z
23/10/2005
domingo, 13 de maio de 2012
VISÃO
VER ESSE DOCE SEMBLANTE,
MESMO QUANDO NÃO SE ESPERA...
QUANDO O QUE SE QUER É SÓ UM SINAL...
UMA CERTEZA DE SE ESTAR CAMINHANDO
NA ESTRADA QUE LEVA À LUZ...
QUANDO O ESPÍRITO PROFUNDAMENTE CHORA,
CONFUSO, DIANTE DE TANTAS
SITUAÇÕES ADVERSAS.
DE TANTAS EXIGÊNCIAS EXTERNAS
E JULGAMENTOS DE OUTREM.
QUANDO NOS RECOLHEMOS
EM REVERENTE SILÊNCIO,
OLHAMOS AOS CÉUS E DIZEMOS:
-Ó PAI CELESTIAL,
AMO-TEDE TODO O MEU CORAÇÃO,
DE TODA A MINHA ALMA,
DE TODA A MINHA MENTE
E COM TODAS AS MINHAS FORÇAS.
EM TI TUDO ESPERO,
POR TI MORRO TODOS OS DIAS E RENASÇO
PARA QUE VIVAS EM MIM.
QUANDO, COMO INDEFESA CRIANÇA
EM TEUS BRAÇOS NOS ENTREGAMOS
E NOS DEIXAMOS LEVAR E EMBALAR...
E ASSIM, DO NADA, DA ESCURIDÃO
QUE ABARCA MEUS OLHOS FECHADOS,
UM INFINITAMENTE PEQUENO
PONTO BRILHANTE.
AUMENTA, AUMENTA E VEM...
EXPLODE DENTRO DE MIM,
COMO SE FORA EM MEUS OLHOS E VEJO...
SERES ALVOS DE ALVAS VESTES
CAMINHAM JUNTOS E BALANÇAM
RAMOS DE VERDES INTENSOS E CLAROS.
E CAMINHANDO
DIMINUEM, DIMINUEM E NOVAMENTE
UM ÍNFIMO PONTO BRILHANTE SÃO.
ESSE PONTO BRILHANTE...
AUMENTA, AUMENTA E VEM...
VELOZMENTE ESSE BRILHO QUE É LUZ,
BRANCA-LUZ,
DE MEU SER TOMA CONTA E VEJO...
DOCE FACE, TERNA, AMOROSA...
INFINITA PAZ SE ESPALHA
POR DENTRO E EM REDOR DE MIM,
COMO ESTIVESSE EU FLUTUANDO EM LAGO;
MAR; OCEANO DE LUZ E DE AMOR.
ME SINTO QUEIMAR, COMO SE EM MEIO
AO FOGO ESTIVESSE,
CALOR INTENSO, AGRADÁVEL,
UM QUEIMAR QUE ACRESCENTA E ACARICIA...
E ASSIM ABSTRAIR-ME À EXISTÊNCIA
DO TEMPO E DO ESPAÇO
A CONTEMPLAR A PLENITUDE DA ETERNIDADE.
INTEGRANDO-ME A ESSE UNIVERSO,
D'ONDE SOMOS TODOS NASCIDOS
DE UM MESMO PRINCÍPIO, ÚNICO, UNO.
DESSA DIVINA ESSÊNCIA.
COMPREENDO NA SUA MAIS AMPLA CONCEPÇÃO
O SIGNIFICADO DE SERMOS TODOS IRMÃOS.
E QUANDO SINTO
O MAIS INFINITO AMOR PENETRAR
EM MEU SER, FLUIR E IRRADIAR
EM VIBRAÇÕES FULGURANTES...
ESSA DOCE FACE,
TERNA E AMOROSA SE DESPEDE,
COMO QUE A ESPERAR
UM ENCONTRO FUTURO.
ENVOLTA NESSE BRILHO-LUZ,
VELOZMENTE FAZ SEU CAMINHO DE VOLTA...
E O PONTO BRILHANTE,
INFINITAMENTE PEQUENO,
DIMINUE, DIMINUE E SOME...
AGORA É O NADA,
A ESCURIDÃO
QUE ABARCA MEUS OLHOS FECHADOS.
POR UM TEMPO NÃO DURMO,
TENTANDO ENTENDER...
POR FIM, ADORMEÇO,
ENLEVADA DE UM SUAVE
SENTIMENTO DE PAZ. ...
CREIA... SINTA... SAIBA... "
CRISTO É REAL".
***Dulceny z
3/10/98
(DA VISÃO VIVENCIADA EM 16/07/95)
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